Descubra como financiar um carro usado, requisitos, taxas, cuidados e a importância de consultar o histórico do veículo antes de fechar o negócio.
O financiamento de carro usado permite que você adquira o veículo pagando parcelas mensais ao banco ou à financeira, assim como ocorre com carros novos. A principal diferença está no valor residual, nas taxas de juros e nas exigências de documentação, que costumam ser mais rigorosas devido ao risco maior associado ao veículo usado.
Para ser aprovado, o comprador precisa comprovar renda suficiente, ter nome regularizado nos órgãos de proteção ao crédito e apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência) e do veículo (CRV, IPVA pago). As instituições também analisam o histórico de crédito e podem exigir um valor de entrada entre 20% e 30% do preço do carro.
Além dos juros, o contrato inclui taxa de administração, seguro de proteção financeira (DPVAT e seguro contra roubo/furto) e, em alguns casos, taxa de avaliação do veículo. Compare sempre o Custo Efetivo Total (CET) entre diferentes bancos para escolher a melhor opção.
Um dos maiores riscos ao comprar um carro usado financiado é adquirir um veículo com problemas ocultos. Por isso, antes de assinar o contrato, é fundamental consultar o histórico completo do automóvel.
Essas informações ajudam a negociar melhor o preço, evitar surpresas e garantir que o financiamento não será comprometido por pendências.
Ao descobrir, por exemplo, que o carro tem gravame, você pode solicitar a quitação do débito ao vendedor antes de fechar o contrato. Se houver multas ou IPVA atrasado, negocie o pagamento ou peça desconto. Caso o histórico revele um sinistro grave, avalie se o valor do veículo ainda compensa o investimento.
Lembre‑se de que o financiamento só será liberado se o carro estiver livre de restrições que impeçam a transferência de propriedade.
A taxa varia entre 1,2% e 2,5% ao mês, dependendo da instituição, do perfil de crédito do comprador e do valor financiado.
Sim, a maioria das financeiras exige entrada de 20% a 30% do valor do veículo, o que reduz o valor das parcelas e o risco do crédito.
Em geral, quem tem restrição nos órgãos de proteção ao crédito tem dificuldade de aprovação. É recomendável regularizar a situação antes de solicitar o financiamento.
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